2.4.09
Sean (filho) e David (pai) Goldman, marionetes nas mãos da família Lins e Silva
Não sei se já viram algum notícia sobre o menino Sean Goldman, sequestrado pela mãe e que depois da morte desta, tornou-se "propriedade" de Paulo Lins e Silva e dos co-sequestradores avós maternos.
O pai verdadeiro vem lutando na justiça americana e brasileira para tentar reaver o filho mas como a família do posseiro é essa aí, o caso vem se arrastando na justiça.
Ultimamente o "posseiro" e sua trupe vem dando algumas entrevistas, na tentativa de trazerem a opinião pública para o lado deles, com desculpas de que o menino adora a avó, que está bem e feliz. O menino adora a avó? Certo. E não tem o direito de adorar seu genitor também? Segundo o "proprietário" Paulo Lins e Silva, a resposta é não.
Vamos nós, mães, tentar viajar com nosso filho para uma cidade ou estado vizinho. Os fiscais só vão nos deixar seguir viagem se apresentarmos alguma declaração do pai. Mas no caso se Sean Goldman, menino que virou "propriedade", basta à justiça brasileira tomar conhecimento dos desejos e mimos do "dono" de Sean Goldman. E o pai genitor? Provavelmente a tal vovó, citada como co-sequestradora e provavelmente uma egoísta sem-vergonha, deve estar pensando algo parecido como: "que se exploda!"
http://www.bringseanhome.org/
http://www.circuitomt.com.br/home/materia/15899
http://conversadelas.com/?p=1183
http://meiobit.pop.com.br/meio-bit/internet/sean-goldman-internet-e-a-arcaica-justica-brasileira
06/04/2009 - Incrível
O post acima teve a intenção de provocar a reflexão dos visitantes. Pensei que fosse deparar-me com algumas mensagens reclamando da forma sensacionalista e emotiva que utilizei. O mais incrível é que as pessoas se calaram, aceitaram meus comentários sem mais nem menos.
Enfim, o caso do menino Sean pede uma análise mais profunda e fria da questão. Qualquer que seja a decisão da justiça, o menino sairá perdendo.
A família morava nos Estados Unidos, a mãe armou uma desculpa para vir ao Brasil com o menino e nunca mais retornou, distanciando o pai do filho e vice-versa. Aqui no Brasil, o pai tem encontrado muitas dificuldades para ter o filho de volta mesmo depois da morte da mãe. E ponto final... Ou não.
Bjs
O pai verdadeiro vem lutando na justiça americana e brasileira para tentar reaver o filho mas como a família do posseiro é essa aí, o caso vem se arrastando na justiça.
Ultimamente o "posseiro" e sua trupe vem dando algumas entrevistas, na tentativa de trazerem a opinião pública para o lado deles, com desculpas de que o menino adora a avó, que está bem e feliz. O menino adora a avó? Certo. E não tem o direito de adorar seu genitor também? Segundo o "proprietário" Paulo Lins e Silva, a resposta é não.
Vamos nós, mães, tentar viajar com nosso filho para uma cidade ou estado vizinho. Os fiscais só vão nos deixar seguir viagem se apresentarmos alguma declaração do pai. Mas no caso se Sean Goldman, menino que virou "propriedade", basta à justiça brasileira tomar conhecimento dos desejos e mimos do "dono" de Sean Goldman. E o pai genitor? Provavelmente a tal vovó, citada como co-sequestradora e provavelmente uma egoísta sem-vergonha, deve estar pensando algo parecido como: "que se exploda!"
http://www.bringseanhome.org/
http://www.circuitomt.com.br/home/materia/15899
http://conversadelas.com/?p=1183
http://meiobit.pop.com.br/meio-bit/internet/sean-goldman-internet-e-a-arcaica-justica-brasileira
06/04/2009 - Incrível
O post acima teve a intenção de provocar a reflexão dos visitantes. Pensei que fosse deparar-me com algumas mensagens reclamando da forma sensacionalista e emotiva que utilizei. O mais incrível é que as pessoas se calaram, aceitaram meus comentários sem mais nem menos.
Enfim, o caso do menino Sean pede uma análise mais profunda e fria da questão. Qualquer que seja a decisão da justiça, o menino sairá perdendo.
A família morava nos Estados Unidos, a mãe armou uma desculpa para vir ao Brasil com o menino e nunca mais retornou, distanciando o pai do filho e vice-versa. Aqui no Brasil, o pai tem encontrado muitas dificuldades para ter o filho de volta mesmo depois da morte da mãe. E ponto final... Ou não.
Bjs
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7 comentários:
Agora que a mãe morreu fica dificil saber quais motivos a fizeram fugir da terra dos sonhos com seu filho.
"Mãe é uma certeza, pai é uma presunção."
"Pai é o que cria"
São frases da sabedoria popular mas que teem sua razão.
Se o genitor, ama de fato o filho, terá que conquistá-lo afetivamente. Terá que provar para a criança que é merecedor do seu afeto e confiança.
O genitor está proibido de ingressar no Brasil? Quantas vezes já visitou seu filho nestes últimos anos?
Oi, Anônimo. A questão merece muito mais atenção do que uma simples conclusão retirada da sabedoria popular.
O pai não tem condições de conquistar afetivamente o filho se a lei brasileira o impede de ter a guarda do filho e consequentemente, prejudica o reparo afetivo dos laços familiar entre ambos. Lembre-se de que para que o pai visite o filho não basta apenas pegar um ônibus e descer alguns pontos depois, há uma distância considerável entre os dois que não deve ser ignorada.
Como eu disse, o caso do menino Sean pede uma análise mais profunda e fria da questão.
beijinhos carinhosos
"Thank you for signing the petition to bring Sean Goldman home. We received amazing news from the BringSeanHome.org campaign today and want to share it with you. A federal judge in Brazil has ordered the return of Sean Goldman to the United States in 48 hours! Below is the email we just received from BringSeanHome.org - please share this wonderful news with your friends and thank you so much for helping reunite David with his son. As soon as we get word that Sean is finally home with his dad David, we will let you know."
-----------------------------
"June 1, 2009
Dear Friends and Supporters of David Goldman,
Victory at Last! Brazilian Federal Judge Rafael de Souza Pereira Pinto issued an 80 page ruling today ordering the return of Sean Goldman to the United States in 48 hours.
David left for Brazil this evening (Monday) and will be reunited with Sean on Wednesday June 3rd at 2:00 PM local time at the U.S. Consulate in Rio De Janeiro.
We wish to express our sincere appreciation to everyone who has supported David Goldman's +4 year battle for justice. It wasn't just a few people but hundreds of thousands of supporters around the world that made this happen. Tonight the we can say that the power of people working together has no limits, and surely the millions of prayers for David and Sean were heard.
Additional information, when available, will be posted on our website's FORUMS. www.bringseanhome.org/forum.
Friends of David Goldman"
Um absurdo esse caso todo, o Lins e Silva não está nem aí pro garoto só tá medindo força.
"STF suspende ordem para que menino Sean volte aos EUA
Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta terça-feira a decisão de que o menino Sean Goldman, 8 anos, retornasse imediatamente aos Estados Unidos, onde mora o pai biológico, o americano David Goldman. Ele e o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disputam a guarda de Sean desde o início do ano.
Ontem, o juiz Rafael Ferreira Pinto, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro, determinou que Sean deveria ser entregue a uma funcionária do consulado americano e monitorado por agentes da Polícia Federal, que deviam garantir seu retorno aos Estados Unidos em 48 horas.
Sean é filho de Goldman com a modelo brasileira Bruna Bianchi, que morreu em agosto de 2008 durante o parto de sua segunda filha. Na época, Bruna estava separada de Goldman e vivia com Lins e Silva. Goldman solicitou a guarda de Sean em 2004, quando Bruna viajou para o Rio para visitar os pais e não retornou aos Estados Unidos."
Oi, Anônimo.
Pena que não deixou o link da notícia mas não deve ser difícil encontrar.
Continuarei torcendo pelo David.
Beijinhos carinhosos
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3802118-EI306,00-STF+suspende+ordem+para+que+menino+Sean+volte+aos+EUA.html
Partido Progressista: "Para o partido, a sentença viola os preceitos de dever de proteção à família e à criança." Proteção à família? Esse tal "Partido Progressista" está falando sério?
O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta terça-feira a decisão de que o menino Sean Goldman, 8 anos, retornasse imediatamente aos Estados Unidos, onde mora o pai biológico, o americano David Goldman. Ele e o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disputam a guarda de Sean desde o início do ano.
Sean é filho de Goldman com a modelo brasileira Bruna Bianchi, que morreu em agosto de 2008 durante o parto de sua segunda filha. Na época, Bruna estava separada de Goldman e vivia com Lins e Silva. Goldman solicitou a guarda de Sean em 2004, quando Bruna viajou para o Rio para visitar os pais e não retornou aos Estados Unidos.
O caso de Sean foi parar nas grandes redes de televisão e jornais americanos. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, defendeu que a guarda do garoto fosse do pai biológico.
Ontem, o juiz Rafael Ferreira Pinto, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro, determinou que Sean deveria ser entregue a uma funcionária do consulado americano e monitorado por agentes da Polícia Federal, que deviam garantir seu retorno aos Estados Unidos em 48 horas.
A decisão do juiz Rafael Pinto foi questionada pelo Partido Progressista (PP) na tarde desta terça-feira, por meio de um arguição de descumprimento de preceito fundamental. Para o partido, a sentença interpretou a Convenção de Haia sem levar em conta os direitos e os preceitos fundamentais da criança, em desacordo com o que já foi decidido em outros casos concretos.
Para o partido, a sentença viola os preceitos de dever de proteção à família e à criança. A defesa sustenta ser evidente a ameaça de lesão ao direito do menino que, "sendo obrigado a deixar seu país, o Brasil, não terá acesso ao contraditório e à ampla defesa, constitucionalmente garantidos, através do inciso LV, do artigo 5º".
Para o partido, o menor não deve ser mandado aos Estados Unidos "de forma abrupta, decidida subtamente", uma vez que ele é brasileiro nato e tem o Brasil como sua residência habitual já há quase cinco anos. O PP destacou que, conforme previsto pela própria Convenção de Haia, para "o desenvolvimento harmonioso de sua personalidade, a criança deve crescer em meio familiar, em clima de felicidade, de amor e de compreensão".
Marco Aurélio considerou que a liminar se justifica pela urgência do pedido. A decisão do ministro terá de passar pelo referendo do Plenário do STF.
Redação Terra
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