Infeliz "Poetas del Mundo"

A quase dois anos venho tentando, sem sucesso, ver meu nome e endereço de e-mail totalmente desvinculado e excluído de qualquer boletim, página, ação, evento, promoção, bate-papo, notícia, contato, entre outros do sítio poetasdelmundo.com (Movimento Poetas del Mundo).

Hoje, resolvi mandar e-mail para: Embaixada do Chile; Consulado do Chile, no Rio de Janeiro; à Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça; à SafeNet e à WireNet Chile Ltda, empresa responsável pelo serviços prestados ao domínio "poetasdelmundo.com".

Já troquei de e-mail duas vezes por causa desse "Movimiento" que, na teoria apenas, apresenta-se em seu Manifesto como "Guerreiros da Paz" e usam e abusam de palavras como : LIBERDADE, JUSTIÇA, RESPEITO e etecéteras. Não sei como eles descobrem meu novo e-mail e voltam a me enviar um monte de porcarias. O tal "Manifesto" vem assinado pelo Sr Luis Arias Manzo. Bom.. como eu disse, na teoria funciona; na prática deixa tudo a desejar, fica apenas como palavras ao vento...

Veio esta nova resposta deste Movimento:

"NEM EU NEM O ARIAS SABEMOS QUEM VC SEJA - O QUE FAZ - NEM O QUE APITO VC TOCA." E completando com:
"Fique na PAZ DE DEUS e saiba que se continaur recebendo emails sugiro que nos bloquie em seus ervidor.
O GMAIL embora seja um servidor gratuito - tem condições de fazer o bloqueio."


Essa inteligentíssima resposta veio assinada pelo Sr. Delasnieve Daspet (ou Deslanieve Daspet, algo assim). Nem preciso explicar mais nada... Foi sarcástico o bastante para finalizar com a maior cara de pau, afirmando que eu poderia ficar tranquila porque já havia banido o meu e-mail (bããããnnn...).

PQP! Vou fingir que acredito na santa inocência e ignorância do Sr Delasnieve Daspet...

Além de ter meu e-mail constantemente invadido, ainda tenho que lidar com uma burrice deste tamanho? Oras, ser "banida" impede que os responsáveis continuem a receber meus insistentes pedidos de exclusão mas não evita que eu continue a receber os malditos boletins. É só excluir...

Será que alguém, com um bom nível de paciência e boa vontade, pode ensinar isso aos Srs. Delasnieve Daspet e Luis Arias Manzo? Ensine pra eles que qualquer servidor de e-mail e/ou de mailing list possui a opção "pesquisar contatos" e, é claro, a maravilhosa opção "excluir contato". É só isso! Qualquer outra ação não resolverá o problema. Havendo necessidade, faço um tutorial bem passo-a-passo, com o procedimento completo.

Deu pra notar o quanto o Poetas del Mundo e seus representantes valorizam a ética e o respeito ao próximo, tão festejado em seu Manifesto. Este foi um dos motivos de eu ter pedido a minha exclusão, a muitos meses atrás; pedido que vem se arrastando com a intenção de me obrigar a continuar a recebendo seus comunicados e propagandas pessoais. Atitude típica de que tipo de gente?

Quem puder me ajudar a convencer esses responsáveis a ser excluída de todos os bancos de dados do "Movimiento Poetas del Mundo", agradeço...

Beijinhos carinhosos

Atualização: Leiam os comentários. Neste momento, o site poetasdelmundo.com encontra-se indisponível. Parece que reclamei com as pessoas certas.

Estou no WP também :)

Finalmente consegui criar conta no WordPress.

Não sei o que vou fazer por lá mas cismei que tinha que experimentar o serviço. pela olhadinha rápida, notei que eles tem muitos recursos, mais que o blogger.

Ainda não escolhi um título pro blog, então, por enquanto estou com o título padrão:
http://elidakronig.wordpress.com/

Quanto tempo falta?

Para haver eleições para prefeitos e governadores?

Não aguento mais Eduardo Paes e Sérgio Cabral segurando a batuta do meu Rio.

As eleições municipais ocorrerão apenas em 2011 e para governador, só ano que vem. Tem muito chão pela frente...

Deus nos dê paciência, muita paciência!!

Manuel Bandeira

O EXEMPLO DAS ROSAS

Uma mulher queixava-se do silêncio do amante:
- Já não gostas de mim, pois não encontras palavras para me louvar!
Então ele, apontando-lhe a rosa que lhe morria no seio:
- Não será insensato pedir a esta rosa que fale?
Não vês que ela se dá toda no seu perfume?

ESTRELA DA MANHÃ

Eu quero a estrela da manhã
Onde está a estrela da manhã?
Meus amigos meus inimigos
Procurem a estrela da manhã

Ela desapareceu ia nua
Desapareceu com quem?
Procurem por toda a parte

Digam que sou um homem sem orgulho
Um homem que aceita tudo
Que me importa? Eu quero a estrela da manhã

Três dias e três noites
Fui assassino e suicida
Ladrão, pulha, falsário

Virgem mal-sexuada
Atribuladora dos aflitos
Girafa de duas cabeças
Pecai por todos pecai com todos

Pecai com os malandros
Pecai com os sargentos
Pecai com os fuzileiros navais
Pecai de todas as maneiras

Com os gregos e com os troianos
Com o padre e com o sacristão
Com o leproso de Pouso Alto

Depois comigo

Te esperarei com mafuás novenas cavalhadas
comerei terra e direi coisas de uma ternura tão simples
Que tu desfalecerás
Procurem por toda parte
Pura ou degradada até a última baixeza
eu quero a estrela da manhã.

VERSOS ESCRITOS N'ÁGUA

Os poucos versos que aí vão,
Em lugar de outros é que os ponho.
Tu que me lês, deixo ao teu sonho
Imaginar como serão.

Neles porás tua tristeza
Ou bem teu júbilo, e, talvez,
Lhes acharás, tu que me lês,
Alguma sombra de beleza...

Quem os ouviu não os amou.
Meus pobres versos comovidos!
Por isso fiquem esquecidos
Onde o mau vento os atirou.

Para sempre


Para sempre
Carlos Drummond de Andrade

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.

Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.


Feliz Dia das Mães! :)

Beijos

Não sou chegada a doces

Essa pequena frase sai quase que como uma oração de meus lábios, de tanto que as pronuncio. Hoje, porém, reparei que a afirmativa não é tão verdadeira quanto parece.

Caixas e caixas de barras de cereais são consumidas em ônibus, caronas e salas de espera. São duas caixas apenas por mês mas, para mim, causam-me a impressão de "caixas e caixas". Um leve exagero, mais que perdoável. - Doce -

Como quase não chego perto de fogão, então, quando em casa, na hora da fominha corro pra geladeira e consumo umas duas ou três frutas. - Mais doce -

A caixa de bombons Charge, Chokito e Smash misturados com as balinhas de várias cores e sabores são indispensáveis no potinho próximo ao desktop. Tem sempre um super Halls nas minhas bolsas e mochilas. E lá vem doces...

Jarras de refrescos e mate com limão (mais limão do que mate) não me permitem mentir: São doces.

Ou retiro a frase de meu vocabulário ou corto os doces!

Beijinhos

PL nº 4.548/98 - Arrumando a bagunça

Oi, galerinha.

Tenho recebido o mesmo e-mail, de vários amigos, falando que "foi aprovado o PL nº 4.548/98, do ex-Deputado José Thomaz Nonô, que está apensado. Ele exclui, do artigo 32 da mesma lei, a tipificação do crime de submeter animais domésticos a tratamento cruel ou a trabalho excessivo. O crime só ficará caracterizado se o animal for silvestre, nativo ou exótico."
PL = Projeto de Lei. Há um longo caminho a percorrer até que um PL vire Lei e passe a fazer parte de nossa Carta Magna.
O autor da mensagem original não esclarece aonde foi apensado o tal PL de Nonô. Por "apensado" aqui, podemos entender como "anexado".

Na Consulta do site da Câmara, o PL 4.548/98 realmente existe e foi apensado à PL 3.981/2000, que trata do aumento da pena para crimes ambientais:

PL 4.548: http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=20954
PL 3.981/2000: http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=20554

A Lei 9605/98,conhecida como Lei de Crimes Ambientais, reprime penal e administrativamente as atividades lesivas ao meio ambiente. O Artigo 32 está inserido no CAPÍTULO V, DOS CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE, Seção I, Dos Crimes contra a Fauna:

"Art. 32 - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.

Parágrafo 1º - Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

Parágrafo 2º - A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal."
Atualização:

O PL nº 4.548/98, do ex-Deputado José Thomaz Nonô quer a retirada das palavras "domésticos ou domesticados" do Art. 32, ficando assim:

"Art. 32 - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, nativos ou exóticos"

Nonô explica-se com uma série de absurdos dizendo que a atual redação pode "perpetuar uma situação de intranquilidade gerada por errônea interpretação da Lei nº 9.605." E mais adiante "Por todo país abundam festivais que envolvem animais domésticos ou domesticados, profundamente entranhados nas tradições e cultura populares, vez que remontam aos primórdios de nossa colonização." Como exemplos, cita a vaquejada, a cavalhada "e uma série de esportes análogos".

Nonô diz que os rodeios atraem milhares e milhares de pessoas (olha o dinheiro falando mais alto, o poder econômico tentando fazer valer a sua voz - atentem-se a esse absurdo, galera!), transformaram-se em mega eventos e criaram uma série de "produtos e serviços atrelados": Festa de Barretos, em São Paulo; de Uberaba, em Minas; de Livramento, no Rio Grande do Sul, entre outros.

A publicação da justificativa de Nonô no DO está no link abaixo e sugiro a leitura com muita atenção nas entrelinhas:
http://imagem.camara.gov.br/dc_20.asp?selCodColecaoCsv=D&Datain=2/6/1998&txpagina=14906&altura=700&largura=800


Os motivos pelos quais não devemos permitir a retirada das palavras "domésticos e domesticados", do Art. 32:

1- Lembra-se das aulas do ensino fundamental, o que são animais "domésticos e domesticados"? Pois é: o cachorro, o gato, o passarinho, etc. Os animais que podem ser encontrados numa fazenda também estão nessa lista de "domésticos e domesticados": boi, vaca, touro, galo, galinha, pato, ganso, ovelha, carneiro e por aí...

Agora deu para perceber a estrondosa mudança na lei que o tal Nonô quer? Como vê, muitos animais ficarão de fora da proteção da lei. Isso quer dizer que rinhas de galo, por exemplo, passará a ser uma prática permitida por lei.

2- Quanto aos "produtos e serviços atrelados" subentende-se: "indústria, comércio, poder econômico, o dinheiro no controle da situação". Esse sistema econômico pode sobreviver e muito bem sem as práticas de crueldade aos animais, disfarçadas de "esporte", "cultura" e "diversão".

- Não é esporte saudável colocar dois galos pra brigarem até que um caia morto.
- Não há nenhuma cultura de valor em apostar para ver qual cachorro vai ser nocauteado primeiro.
- Não há nenhuma diversão para o boi, para o touro ou para o cavalo de ter os testículos (o saco, para os desentendidos) espremidos pra ter um imbecil montado em cima durante os pinotes ocasionados pela intensa dor a qual o bicho é submetido.
São maus tratos, sim! São crueldades! É irracional permitir que essas "festas" continuem acontecendo!
Sugiro a leitura, no "Cantinho da Rita", da nossa roqueira Rita Lee, sobre os rodeios: Odeio Rodeio. Rita dá um show e explica direitinho esse vexame da (des)cultura.

3- A "tradição cultural" pode e deve ser transformada em "evolução" e, para tal, toda e qualquer prática tradicional que imponha crueldade e maus tratos aos animais deve ser extinta, excluída de nossa cultura.

Mais:

Os produtos utilizados nesses eventos são, em maior parte, couro e metais. Com o couro (novamente recorrendo às nossas aulas do ensino fundamental), podemos fazer roupas, bolsas, calçados e um milhão de outros produtos. O metal que deixará de ser usado na fabricação de esporas e troféus (só para citar alguns), pode muito bem ser reaproveitado em utilidades domésticas e o que a imaginação puder criar.

Essa "indústria de acessórios e serviços" saberá encontrar um novo caminho para ganhar dinheiro, sem vaquejadas e "esportes" do gênero. Brasileiro mercenário é criativo demais para deixar de criar novas formas de obter recursos desse bando de idiotas que se disfarçam de esportistas.

Por fim, a "geração de renda" não pode valer como justificativa para continuidade de tais práticas, pois há várias outras formas mais responsáveis de obter renda, não é verdade? Não somos reconhecidos como um povo criativo? É só colocar a criatividade a serviço do racional, oras!

Por esses e muitos outros motivos, devemos ficar contra o PL de Nonô. Não basta reencaminhar e-mail. Tem que entrar em contato com a Câmara dos Deputados pedindo que a alteração seja recusada. Por e-mail, por telefone, por carta, postando sua posição nos blogues e sites das quais participa.

A Câmara permite acompanhamento de PLs e outros bichos.

Fazendo o cadastro, passamos a receber todas as movimentações referentes aos assuntos de nosso interesse. Seria muito legal ter um bando de gente acompanhando o andamento dessa e diversas outras PLs. É dessa forma que nossos políticos tomam conhecimento se um PL provoca interesse do cidadão.

O site da Câmara (Proposições e Projetos de Lei):
http://www2.camara.gov.br/proposicoes

E do Senado (Projetos e Matérias Legislativas):
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/default.asp
PS.: a pedido de vários internautas a postagem original foi atualizada até este ponto, tornando o entendimento mais fácil e retirando alguns parágrafos que poderiam ocasionar dúvidas.

Meus agradecimentos a BrnLng , Silvan, AGONIA, Cida, Bel Lucyk, Luciano, marpires (sem link), kátiacolorada e, principalmente à Bel (sem link), Luciano e Marco Antonio Barón.

Daqui pra baixo, continuo com a mensagem do post original.


A conclusão:

Tem havido muita irresponsabilidade de nossa parte (nós, internautas) na hora de passar uma mensagem adiante. Não trata-se apenas de "vender o peixe como comprei", pois, neste caso, a responsabilidade do revendedor do peixe é a mesma do vendedor. Para que a internet se desenvolva em todo o seu potencial, focando-se em seu aspecto positivo, é preciso uma boa porção de ética de nossa parte. Nós, internautas, somos sim, responsáveis pelas mensagens que reenviamos a nossos contatos, publicamos em nossos sites e blogues.

Creio ser o desejo da maioria, manter o espaço virtual com características saudáveis, priorizando a troca de conhecimento, o enriquecimento dos relacionamentos interpessoais e seu espírito agregador. Portanto é nosso dever e obrigação lutar por uma internet limpa, começando por reconhecer nossa responsabilidade na hora de reencaminhar uma mensagem adiante, sem o devido esclarecimento da mesma.

O Google está aí pra isso mesmo. Uma pesquisa e a leitura de algumas páginas trazidas no resultado da pesquisa torna-se imprescindível, desde que, tais páginas tenham autoridade no assunto. Do contrário, o melhor a fazer é simplesmente excluir a notícia.

Relembrando: se você não tem tempo ou está com preguiça de verificar a veracidade de uma mensagem, a única coisa que você tema fazer é excluir a mensagem, sem enviar à sua lista de contatos. O tempo que demoramos para reencaminhar uma mensagem é, muitas vezes mais demorado do que verficar o teor da mensagem.

Agora deixei tudo bem explicadinho? :)

Raciocina, galera

Beijinhos

PS.: galera, leiam os comentários. Há informações complementares.

Atualização - 7 de outubro de 2009

Galerinha, estou muito cansada e um pouquinho de pileque mas tentarei ser o mais clara possível.

O problema todo envolve duas palavrinhas - "domésticos e domesticados" que estão no artigo 32, da Lei de Crime Ambiental:

"Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos"

Nonô mostrou-se muito preocupado com o "exagero" de ambientalistas, que podem tentar impedir cavalhadas, vaquejadas, rodeios, etc. Justifica-se ele, dizendo que tais práticas são parte de nossa cultura, geram renda e devem ser preservadas.

Os ambientalistas e defensores dos animais não estão vendo nenhuma graça em continuar apertando o testículo de touros, cavalos, etc., a título de diversão e esporte.

É basicamente isso, numa linguagem bem popular e resumida.

Então, quem gosta de animais, quem acha um absurdo promover tortura aos bichos como diversão, pronunciem-se contra a retirada das palavras "domésticos ou domesticados".
Quem acha que é uma maravilha torturar os animais, fica junto com Nonô.

Queria ser mais clara e precisa mas o micro da casa que estou é muito ruim (nem tem firefox, chrome, seamonkey ou safári). Quando estiver no meu micro, darei umas pinceladas pra evitar de influenciar a opinião de vocês.

Beijinhos

Complementação

A PL 3.981/2000, de Ramez Tebet, que "aumenta a pena de um sexto a dois terços se os animais são submetidos a briga, e de dois terços se ocorrer a morte do animal.", foi "Arquivado nos termos do § 4º do artigo 58 do RICD. DCD de 02/06/09 PÁG 25386 COL 02" pela MESA e teve essa decisão publicada no Diário Oficial em 2 de junho de 2009, no final da página 175 e início da página 176.

DECISÃO DA PRESIDÊNCIA
ARQUIVEM-SE, nos termos do § 4º do artigo 58 do RICD, as seguintes proposições:

PROJETOS DE LEI
Nº 3.981/2000 (Senado Federal – Ramez Tebet) – Altera o art. 32 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para determinar aumento de pena na hipótese que especifica.
Nº 1.901/1999 (Luiz Bittencourt) – Altera dispositivo da Lei nº 9.605, de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente.
Nº 4.790/1998 (Antonio Ebling) – Acrescenta § 3º ao art. 32 da Lei nº 9.605, de 13 de fevereiro de 1998, que “dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências”.
Nº 4.340/04 (Fernando de Fabinho) – Descriminaliza as competições entre animais.
Nº 4.343/2004 (Alberto Fraga) – Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, para aumentar a pena de maus tratos animais expostos em espetáculos públicos, e dá outras providências.
Brasília, 1 de junho de 2009. – Michel Temer, Presidente.


Essa decisão acabou por provocar o desapençamento do PL nº 4548/98, de José Thomaz Nonô. "Apensamento" pode ser entendido aqui como uma "separação". Na prática, o PL 4548/98 não está mais apensado (anexado) à PL 3.981/2000, que foi arquivada, como podemos ver no parágrafo seguinte. Atualmente (5/6/2009) a situação do PL 4548/98, de Nonô, encontra-se assim:

Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA) - Tendo em vista o arquivamento do Projeto de Lei nº 3.981/00, principal, e dos Projetos de Lei nºs 1.901/99, 4.790/98, 4.340/04 e 4.343/04, apensados, esclareço, por oportuno, que os PLs 4548/98 e 4602/98, apensados, encontram-se prontos para Ordem do Dia do Plenário, em face da aprovação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em 12/11/08, do parecer do relator, deputado Regis de Oliveira, pela constitucionalidade, juridicidade, técnica legislativa e, no mérito, pela aprovação do PL 4548/1998 e do PL 4602/1998, apensados, com substitutivo. Publique-se. Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário. Regime de Tramitação: Prioridade.

Nossos deputados parecem não entender o significado da palavra "prioridade", pois até o momento o PL não foi levado à votação.

Atualização em 17 de novembro de 2009

Recebi uma atualização, via comentários no blogue, que a PL 4.548/98 está apensada à PL-5952/2009. Como meus queridos 'Anônimos" não repassam nada completo, só pra me fazer trabalhar, fui na nossa casa verificar que PL é essa.

PL-5952/2009

Art. 1º - Esta Lei restabelece o art. 64, do Decreto Lei nº 3.688/1941, tipificando novamente a conduta de tratar animal doméstico com crueldade ou submetê-lo a trabalho excessivo como contravenção penal.

Art. 2º - O art. 64, do Decreto Lei nº 3.688/1961, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 64. Tratar animal doméstico com crueldade ou submetê-lo a trabalho excessivo:

Pena – prisão simples, de dez dias a um mês, ou multa, de cem a quinhentos mil réis.
§ 1º Na mesma pena incorre aquele que, embora para fins didáticos ou científicos, realiza em lugar público ou exposto ao publico, experiência dolorosa ou cruel em animal vivo.

§ 2º Aplica-se a pena com aumento de metade, se o animal é submetido a trabalho excessivo ou tratado com crueldade, em exibição ou espetáculo público.


Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala da Comissão, em 02 de setembro de 2009.
Regis de Oliveira
Deputado Federal

OPS! Peraí.... Multa de cem a quinhentos mil réis ???? E 0 Real (R$) onde fica? Xiiiiiiiiiiii...

Gostei das palavras "exibição ou espetáculo público"

Longe é só vitórias

Longe é um lugar que não existe mas se não existe o longe porque demoramos pra chegar lá? Se a distância é o tempo que gastamos pra chegar, porque fazer do percurso um espaço monótono? Assim como em grandes viagens intercalamos pausas, em grandes objetivos intercalamos vitórias.

Bjs

Elida

Como deve ser um Ovo de Páscoa Perfeito

Enorme. Sempre. Com várias camadas alternadas e generosas de chocolates branco e preto, cada uma com um gostinho especial. Uma camada com nozes, outra com avelãs, outra com passas ao rum, e mais algumas com cerejas, bananas carameladas, quinoa com mel e etecéteras.

Depois de tanto chocolate, posso dispensar os bombons. Troco-os por uns 20 vale-livros e igual número de vale-cds para serem trocados em qualquer loja.

Isso sim seria um perfeito Ovo de Páscoa Perfeito. Daria vazão ao meu lado egoísta e não dividiria nada com ninguém. :)

Bjs

Sean (filho) e David (pai) Goldman, marionetes nas mãos da família Lins e Silva

Não sei se já viram algum notícia sobre o menino Sean Goldman, sequestrado pela mãe e que depois da morte desta, tornou-se "propriedade" de Paulo Lins e Silva e dos co-sequestradores avós maternos.

O pai verdadeiro vem lutando na justiça americana e brasileira para tentar reaver o filho mas como a família do posseiro é essa aí, o caso vem se arrastando na justiça.

Ultimamente o "posseiro" e sua trupe vem dando algumas entrevistas, na tentativa de trazerem a opinião pública para o lado deles, com desculpas de que o menino adora a avó, que está bem e feliz. O menino adora a avó? Certo. E não tem o direito de adorar seu genitor também? Segundo o "proprietário" Paulo Lins e Silva, a resposta é não.

Vamos nós, mães, tentar viajar com nosso filho para uma cidade ou estado vizinho. Os fiscais só vão nos deixar seguir viagem se apresentarmos alguma declaração do pai. Mas no caso se Sean Goldman, menino que virou "propriedade", basta à justiça brasileira tomar conhecimento dos desejos e mimos do "dono" de Sean Goldman. E o pai genitor? Provavelmente a tal vovó, citada como co-sequestradora e provavelmente uma egoísta sem-vergonha, deve estar pensando algo parecido como: "que se exploda!"

http://www.bringseanhome.org/
http://www.circuitomt.com.br/home/materia/15899
http://conversadelas.com/?p=1183
http://meiobit.pop.com.br/meio-bit/internet/sean-goldman-internet-e-a-arcaica-justica-brasileira

06/04/2009 - Incrível

O post acima teve a intenção de provocar a reflexão dos visitantes. Pensei que fosse deparar-me com algumas mensagens reclamando da forma sensacionalista e emotiva que utilizei. O mais incrível é que as pessoas se calaram, aceitaram meus comentários sem mais nem menos.

Enfim, o caso do menino Sean pede uma análise mais profunda e fria da questão. Qualquer que seja a decisão da justiça, o menino sairá perdendo.

A família morava nos Estados Unidos, a mãe armou uma desculpa para vir ao Brasil com o menino e nunca mais retornou, distanciando o pai do filho e vice-versa. Aqui no Brasil, o pai tem encontrado muitas dificuldades para ter o filho de volta mesmo depois da morte da mãe. E ponto final... Ou não.

Bjs


Atualização em 17/12/2009. Jornal O Dia Online:

Pai do menino Sean Goldman desembarca no Rio

POR AMANDA PINHEIRO

Rio - O americano David Goldman, pai do menino Sean Goldman, desembarcou na tarde desta quinta-feira no aeroporto Internacional Tom Jobim, de um voo procedente de Nova Iorque. O voo chegou ao Tom Jobim às 13h27. Goldman veio acompanhado de advogados e foi recebido por membros do Consulado Americano no Rio. O comboio de carros seguiu acompanhado por policiais até um hotel na Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Advogados da família brasileira de Sean Goldman avisaram que só vão se pronunciar tão logo Supremo decida sobre o habeas-corpos. Durante o voo, David concedeu uma entrevista a uma equipe da rede de TV CNN, que o acompanhou na viagem, e afirmou: "Espero voltar pra casa com meu filho".

Na quarta-feira, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no Rio de Janeiro, determinou que o menino Sean Goldman, 9 anos, deveria ser entregue seu pai biológico, o americano David Goldman. A criança terá que ser entregue ao Consulado americano no Rio.

A polêmica sobre a guarda de Sean mobilizou o Brasil e EUA a ponto de o presidente americano, Barack Obama, interceder junto ao presidente Luís Inácio Lula da Silva durante reunião em Washington.

ENTENDA O CASO

O menino nasceu e viveu até 2004 nos EUA, quando sua mãe, a brasileira Bruna Bianchi, disse ao marido que viria com ele passar férias no Brasil. Eles não retornaram. Depois Bruna se separou, se casou de novo no Brasil e, no ano passado, morreu no parto de sua filha com o advogado João Lins e Silva. Desde então, Sean está sob a custódia provisória de seus avós maternos e de seu padrasto, que tentam garantir judicialmente a guarda.

Os avós maternos de Sean apresentaram segunda-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de habeas corpus cautelar e com caráter de urgência para impedir que ele saia do País sem que o menino diga a um juiz o que deseja, se ficar no Brasil ou viver nos EUA com o pai biológico.

O Supremo Tribunal Federal ainda não deu seu parecer, mas já se manifestou anteriormente sobre o caso e decidiu que a competência cabe à Justiça do Rio de Janeiro. Além disso, rejeitou outro pedido de habeas corpus apresentado em 30 de julho.

MEMÓRIA

A história da luta do americano David Goldman para reaver a guarda do filho mobilizou a opinião pública e o governo americano. Lá, a defesa da volta do menino aos EUA é praticamente uma unanimidade. A secretária de Estado, Hillary Clinton, sempre destacou a posição americana pela volta de Sean em reuniões com autoridades brasileiras. David esteve no Brasil este ano para acompanhar julgamento no STF, em junho, quando o tribunal determinou que a Justiça Federal do Rio tomasse a última decisão.

Em março, amigos e parentes de Bruna e João mobilizaram 300 pessoas em protesto na orla pela permanência do menino no Brasil.

http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/12/pai_do_menino_sean_goldman_desembarca_no_rio_53779.html

Faço votos para que o pai biológico finalmente consiga a guarda do seu filho e que possam passar o Natal juntos. 

Bjs ao menino Sean e ao David.

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2ª Atualização, respondendo à "priscila" (sem link), nos comentários:


Oi, Priscila.

Assim que acabei de postar a atualização recebi a última e infeliz notícia sobre o caso do menino Sean Goldman e o pai, David Goldman.

Fui pesquisar um pouquinho no Google e li numa reportagem que "O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) o nome dos advogados Paulo Lins e Silva e João Paulo Lins e Silva. Está obrigado também a retirar do ar as ofensas feitas contra os dois advogados."

Quanto as ofensas, tudo bem. Mas proibir de mencionar os nomes dos advogados da avó materna? Um deles, inclusive teve um caso com a Bruna, a mãe sequestradora, que chegou ao casamento.

Aos que não estão entendendo nada, sugiro a leitura completa de toda essa história nos dois links abaixo:

Jus Brasil:
http://www.jusbrasil.com.br/noticias/161054/americano-briga-com-brasileiro-pela-guarda-do-filho-david-goldman-pede-na-justica-o-direito-de-levar-para-os-eua-o-filho-que-teve-com-uma-brasileira-e-que-depois-da-morte-da-mae-ficou-sob-a-guarda-do-padrasto-no-brasil

Consultor Jurídico: http://www.conjur.com.br/2008-nov-03/americano_briga_brasileiro_guarda_filho

Só não concordo em dizer que David está "brigando pela guarda do filho". Na realidade, David Goldman está lutando pelo direito de ser pai de seu próprio filho.

Beijinhos carinhosos

RJ sem mais feriados.

Puxa, que sacanagem! :)

Governo estabelece que não terá novos feriados no Rio

JB Online, 19:07 - 01/04/2009

RIO - O governador Sérgio Cabral sancionou a Lei 5423, que regulamenta a instituição de datas comemorativas no estado. De acordo com o texto legal, a instituição de datas para homenagear pessoas, santos, profissões e outros temas de interesse comemorativo no Estado não implicará na decretação de feriados.

Os feriados nacionais e estaduais já existentes não serão afetados pela lei, que entra em vigor nesta quarta-feira, data de sua publicação no Diário Oficial.

Em alguns anos os feriados atingiram mais de cem dias por ano, o que não justifica o bloqueio para novos feriados. Isso porque, aos domingos, quase metade do comércio carioca abre normalmente: shoppings, supermercados, padarias, lanchonetes, lojinhas de bairro...

Para uma lei como essa, o trabalho aos domingos deveria ser terminantemente proibido, mantendo-se somente os essenciais, como hospitais e etecéteras.

Hora do Planeta, dia 28 de março, às 20h30

É muito bacana essas campanhas, participo sempre que posso. Já fez aquele programa que sugere passar uma semana sem utilizar eletricidade? Deveriam tentar pois chega a ser engraçado. Nos dois primeiros dias pode bater uma espécie de desespero. A partir do terceiro dia é que a experiência fica bem legal mas não posso contar porque cada experiência é única. É bom debater com quem já fez a experiência.

Vem mais uma experiência, bem leve por sinal. Pede para apagar as luzes por apenas 60 minutos. É pouquinho tempo e pede que se apague só as luzes da sala mas serve como um teste.

Sábado, 28 de março, às 20h30

Às 20h30 do dia 28 de março de 2009, cidades em todo o planeta irão apagar as luzes durante uma hora, num ato simbólico, como uma eloquente mensagem de que é possível agir contra o aquecimento global e as mudanças climáticas.

O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Participe! É simples. Apague as luzes da sua sala
.



Cidadão

Cada pessoa tem um papel importante no combate às mudanças climáticas. Por isso, não perca tempo, acesse o kit de ações do cidadão e nos ajude a mobilizar o maior número de pessoas possível na luta contra o aquecimento global.

Como participar - Cidadão [ pdf, 92Kb ]


Hora do Planeta 2009

A Hora do Planeta é um ato simbólico no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas. O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem o significado de chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental.

Conhecido mundialmente como Earth Hour, a Hora do Planeta será promovida no País pela primeira vez pelo WWF-Brasil e conta com a adesão e apoio do Rio de Janeiro , a primeira cidade brasileira a aderir à iniciativa.

Em 2009, a Hora do Planeta será realizada no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, e pretende contar com a adesão de mais de mil cidades e 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Mais de 170 cidades de 62 países já confirmaram sua adesão à Hora do Planeta.

Realizada pela primeira vez em 2007, a Hora do Planeta contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Já em 2008, o movimento contou com a participação de 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais.

Cadastre-se já no site Hora do Planeta e participe também deste movimento.

WWF-Brasil - Hora do Planeta
www.horadoplaneta.org.br

Malas perdidas e camisinhas furadas

A imprensa, quando cumpre o seu papel com responsabilidade, apresenta fatos interessantíssimos. São cerca de 42 milhões de malas perdidas por ano nos aeroportos. Cerca de 2,5% jamais são encontradas. Parece um percentual pequeno mas não é. Representa mais de um milhão de malas que somem como num passe de mágica. Saindo do real e entrando na ficção, tento imaginar um conteúdo mínimo dessas malas como 15 peças de vestuários, 10 acessórios pessoais, 2 pares de calçados, 5 produtos que seriam usados para presentear, 1 livro, 1 equipamento pessoal e 4 artigos de higiene. Concluo que aproximadamente 45,6 milhões de coisas e objetos que não chegam a seus donos. É mais do que um sumiço por mala. Pelo peso na carteira, avaliando cada ítem como cinco reais, são 228 milhões de reais que evaporam durante o ato de ir e vir. Ainda acha pouco?

A estatística real aborda apenas as malas que somem, ignorando o volume de pertences que somem de dentro das malas que encontram seus donos, prática igualmente comum em aeroportos (e como!). Além da experiência própria, conheço várias histórias de viajantes que tiveram uma coisinha ou outra furtada da mala. Também não é raro recebermos nossa mala com metade ou bem menos do que o conteúdo original. Não adianta recorrer aos balcões específicos porque depois do sumiço, a não ser que tenhamos algum papel que prove a existência daquilo que sumiu, ficamos a ver navios.

No início da viagem registramos apenas objetos de valor material mas não podemos registrar aquele baton na cor exata que queríamos e que só encontramos depois de alguns anos de pesquisa. Nem aquele chinelinho particularmente personalizado por uma artesã já falecida. Emoções e sentimentos não possuem valor algum no mundo capitalista.

A esperança nesse caos vem da Comissão Européia que lançou ontem uma investigação contra empresas aéreas e aeroportos. Além disso, determinará novas multas. (Opinião e notícia)

Choque mesmo, tive ao ler a manchete que dizia: "Comentários do papa sobre camisinha são ‘ameaça’, diz França". Fui ler além da manchete, neste e em outros sites de notícias, porque não acreditei no que estava lendo. Fiz bem porque notei que a reportagem era claramente tendenciosa. Na verdade o papa estava pregando a fidelidade como forma de evitar a aids. A Igreja considera o uso da camisinha uma ameça porque, assim protegidas, as pessoas pensam que podem sair por aí transando com qualquer um(a) que lhe aparece pela frente. (BBC)

Apesar de devidamente esclarecida em relação a notícia, não deixo de fazer côro com ativistas que dizem que o uso de preservativos é um dos únicos métodos comprovadamente eficazes de combate à doença. Pois é! É "um dos" mas não é o único e muito menos, o mais eficaz. A realidade mostra que as camisinhas não são 100% confiáveis. No fim das contas, o Papa está certo!

Não tenho o costume de comentar as notícias desta forma. Hoje foi uma exceção porque estou muito tagarela! :)

Agora vou visitar meu amigo rubro no sambaefutebolnaoexistenadaigual.blogspot.com - Êta nome comprido, sô!

Beijinhos

Inventor da internet adverte sobre “bisbilhotice online”

Todos sabem que, na internet, ninguém está a salvo. Quem ainda não enfrentou problemas no mundo virtual, com certeza conhece alguém que sim. Algumas dessas histórias fizeram parte de documentários, matérias jornalísicas ou livros.

No quesito divulgação de detalhes da vida particular, que permitem a localização de uma pessoa, os brasileiros foram considerados os mais "inocentes" - uma forma educada que os pesquisadores encontraram para nos chamar de otários.

Enfim, não custa alertar...

Falando aos membros do Parlamento britânico, o inventor da web, Tim Berners-Lee, posicionou-se contra a coleta de dados de usuários por empresas comerciais.

"As URLs utilizadas pelas pessoas revelam muitas coisas sobre suas vidas, amores, ódios e medos. Tratam-se de informações extremamente sensíveis", afirmou Berners-Lee.

O recente crescimento dos anúncios segmentados vem deixando em alerta defensores da privacidade online. Em sua forma mais simples, pode-se manter um registro das páginas visualizadas pelos internautas e mostrar a eles publicidades relacionadas às suas buscas na próxima vez em que entrarem no site.

As preocupações com essa prática dizem respeito à venda e ao compartilhamento desses registros com outras empresas.

Opinião e Notícia.

Beijos

Sobre o hífen, esse grande gerador de dúvidas.

Esse momento de transição para o Novo Acordo Ortográfico tornou o hífen em sinônimo de discórdia e símbolo máximo da dúvida. Tadinho do tracinho!

Mas o que aconteceu com o hífen, afinal? Nada. Simplesmente ele cansou de dividir algumas palavras e foi dividir outras. Só trocou de lugar. Sumiu de algumas palavras mas apareceu em outras, como por exemplo mandachuva que antes tinha hífen e agora não tem. O hífen do mandachuva ficou muito desolado e, sentindo-se meio que perdido decidiu aportar no micro-ondas que, antes do Novo Acordo Ortográfico não possuía o hífen.

Algumas expressões consagradas pelo uso perderam o hífen mas nem todas. Ninguém entende porque o para-quedas virou paraquedas e o para-brisa continuou para-brisa. Não conheço uma pessoa sequer que pronuncie "para pausa brisa", ouço sempre "parabrisa" sem nenhuma pausa.

Ninguém mais pode chegar abruptamente numa reunião de negócios. A situação tornou-se impossível desde que nasceu um hifen no meio: ab-rupto, ab-ruptamente. Não me perguntem por quê. Não vi nada sobre isso nas Bases do Novo Acordo Ortográfico.

A meu ver, o prefixo ab- se contradiz nas duas primeiras regras da BASE XVI. Na primeira regra podemos deduzir que não seria correto o uso do hífen. No primeiro ítem da segunda regra pede o hífen. Enfim, nossa ABL deixou a cargo de Evanildo Bechara a decisão final sobre essas lacunas e, apesar da esmagadora maioria dos linguistas e gramaticistas acharem mais apropriado escrever "abrupto", o titio Evanildo achou mais apropriada a forma com hífen, portanto, até que se prove o contrário, ab-rupto será escrito com o hífen.

As Bases do Novo Acordo Ortográfico, assinado pelos países da CPLP e que tratam do uso do hífen são 3: XV, XVI e XVII:

BASE XV DO HÍFEN EM COMPOSTOS, LOCUÇÕES E ENCADEAMENTOS VOCABULARES

1º) Emprega-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido:

ano-luz, orce-bispo-bispo, arco-íris, decreto-lei, és-sueste, médico-cirurgião, rainha-cláudia, tenente-coronel, tio-avô, turma-piloto; alcaide-mor, amor-perfeito, guarda-noturno, mato-grossense, norte-americano, porto-alegrense, sul-africano; afro-
asiático, cifro-luso-brasileiro, azul-escuro, luso-brasileiro, primeiro-ministro, primeiro-sargento, primo-infeção, segunda-feira; conta-gotas, finca-pé, guarda-chuva.

Obs.: Certos compostos, em relação aos quais se perdeu, em certa medida, a noção de composição, grafam-se aglutinadamente: girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista, etc.

2º) Emprega-se o hífen nos topónimos/topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo:

Grã-Bretanha, Grão-Pará; Abre-Campo; Passa-Quatro, Quebra-Costas, Quebra-Dentes, Traga-Mouros, Trinca-Fortes; Albergaria-a-Velha, Baía de Todos-os-Santos, Entre-os-Rios, Montemor-o-Novo, Trás-os-Montes.

Obs.: Os outros topónimos/topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen: América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde, Castelo Branco, Freixo de Espada à Cinta, etc. O topónimo/topônimo Guiné-Bissau é, contudo, uma exceção consagrada pelo uso.

3º) Emprega-se o hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento:

abóbora-menina, couve-flor, erva-doce, feijão-verde; benção-de-deus, erva-do-chá, ervilha-de-cheiro, fava-de-santo-inâcio, bem-me-quer (nome de planta que também se dá à margarida e ao malmequer); andorinha-grande, cobra-capelo, formiga-branca; andorinha-do-mar, cobra-d'água, lesma-de-conchinha; bem-te-vi (nome de um pássaro).

4º) Emprega-se o hífen nos compostos com os advérbios bem e mal, quando estes formam com o elemento que se lhes segue uma unidade sintagmática e semântica e tal elemento começa por vogal ou h. No entanto, o advérbio bem, ao contrário de mal, pode não se aglutinar com palavras começadas por consoante. Eis alguns exemplos das várias situações:

bem-aventurado, bem-estar, bem-humorado; mal-afortunado, mal-estar, mal-humorado; bem-criado (cf. malcriado), bem-ditoso (cf. malditoso), bem-falante (cf malfalante), bem-mandado (cf. malmandado). bem-nascido (cf. malnascido) , bem-soante (cf. malsoante), bem-visto (cf. malvisto).

Obs.: Em muitos compostos, o advérbio bem aparece aglutinado com o segundo elemento, quer este tenha ou não vida à parte: benfazejo, benfeito, benfeitor, benquerença, etc.

5º) Emprega-se o hífen nos compostos com os elementos além, aquém, recém e sem:

além-Atlântico, além-mar, além-fronteiras; aquém-fiar, aquém-Pireneus; recém-casado, recém-nascido; sem-cerimônia, sem-número, sem-vergonha.

6º) Nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen, salvo algumas exceções já consagradas pelo uso (como é o caso de água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa). Sirvam, pois, de exemplo de emprego sem hífen as seguintes locuções:

a) Substantivas: cão de guarda, fim de semana, sala de jantar;
b) Adjetivas: cor de açafrão, cor de café com leite, cor de vinho;
c) Pronominais: cada um, ele próprio, nós mesmos, quem quer que seja;
d) Adverbiais: à parte (note-se o substantivo aparte), à vontade, de mais (locução que se contrapõe a de menos; note-se demais, advérbio, conjunção, etc.), depois de amanhã, em cima, por isso;
e) Prepositivas: abaixo de, acerca de, acima de, a fim de, a par de, à parte de, apesar de, aquando de, debaixo de, enquanto a, por baixo de, por cima de, quanto a;
f) Conjuncionais: afim de que, ao passo que, contanto que, logo que, por conseguinte, visto que.

7º) Emprega-se o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando, não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares (tipo: a divisa Liberdade-Igualdade-Fraternidade, a ponte Rio-Niterói, o percurso Lisboa-Coimbra-Porto, a ligação Angola-Moçambique, e bem assim nas combinações históricas ou ocasionais de topónimos/topônimos (tipo: Austria-Hungria, Alsácia-Lorena, Angola-Brasil, Tóquio-Rio de Janeiro, etc.).

BASE XVI DO HÍFEN NAS FORMAÇÕES POR PREFIXAÇÃO, RECOMPOSIÇÃO E SUFIXAÇÃO

1º) Nas formações com prefixos (como, por exemplo: ante-, anti-, circum-, co-, contra-, entre-, extra-, hiper-, infra-, intra-, pós-, pré-, pró-, sobre-, sub-, super-, supra-, ultra-, etc.) e em formações por recomposição, isto é, com elementos não autónomos ou falsos prefixos, de origem grega e latina (tais como: aero-, agro-, arqui-, auto-, hio-, eletro-, geo-, hidro-, inter-, macro-, maxi-, micro-, mini-, multi-, neo-, pan-, pluri-, proto-, pseudo-, retro-, semi-, tele-, etc.), só se emprega o hífen nos seguintes casos:

a) Nas formações em que o segundo elemento começa por h: anti-higiénico/anti-higiênico, circum-hospitalar, co-herdeiro, contra-harmónico/contra-harmônico, extra-humano, pré-história, sub-hepático, super-homem, ultra-hiperbólico; arqui-hipérbole, eletro-higrómetro, geo-história, neo-helénico/neo-helênico, pan-helenismo, semi-hospitalar.

Obs.: Não se usa, no entanto, o hífen em formações que contêm em geral os prefixos des- e in- e nas quais o segundo elemento perdeu o h inicial: desumano, desumidificar, inábil, inumano, etc.

b) Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento: anti-ibérico, contra-almirante, infra-axilar, supra-auricular; arqui-irmandade, auto-observação, eletro-ótica, micro-onda, semi-interno.

Obs.: Nas formações com o prefixo co-, este aglutina-se em geral com o segundo elemento mesmo quando iniciado por o: coobrigação, coocupante, coordenar, cooperação, cooperar, etc.

c) Nas formações com os prefixos circum- e pan-, quando o segundo elemento começa por vogal, m ou n (além de h, caso já considerado atrás na alínea a): circum-escolar, circum-murado, circum-navegação; pan-africano, pan-mágico, pan-negritude.

d) Nas formações com os prefixos hiper-, inter- e super-, quando combinados com elementos iniciados por r: hiper-requintado, inter-resistente, super-revista.

e) Nas formações com os prefixos ex- (com o sentido de estado anterior ou cessamento), sota-, soto-, vice- e vizo-: ex-almirante, ex-diretor, ex-hospedeira, ex-presidente, ex-primeiro-ministro, ex-rei; sota-piloto, soto-mestre, vice-presidente, vice-reitor, vizo-rei.

f) Nas formações com os prefixos tónicos/tônicos acentuados graficamente pós-, pré- e pró-, quando o segundo elemento tem vida à parte (ao contrário do que acontece com as correspondentes formas átonas que se aglutinam com o elemento seguinte): pós-graduação, pós-tónico/pós-tônicos (mas pospor); pré-escolar, pré-natal (mas prever); pró-africano, pró-europeu (mas promover).

2º) Não se emprega, pois, o hífen:

a) Nas formações em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo estas consoantes duplicar-se, prática aliás já generalizada em palavras deste tipo pertencentes aos domínios científico e técnico. Assim: antirreligioso, antissemita, contrarregra, contrassenha, cosseno, extrarregular, infrassom, minissaia, tal como hiorritmo, hiossatélite. eletrossiderurgia, microssistema, microrradiografia.

b) Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente, prática esta em geral já adotada também para os termos técnicos e científicos. Assim: antiaéreo, coeducaçao. extraescolar, aeroespacial, autoestrada, autoaprendizagem, agroindustrial, hidroelétrico, plurianual.

3º) Nas formações por sufixação apenas se emprega o hífen nos vocábulos terminados por sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como açu, guaçu e mirim, quando o primeiro elemento acaba em vogal acentuada graficamente ou quando a pronúncia exige a distinção gráfica dos dois elementos: amoré-guaçu, anajá-mirim, andá-açu, capim-açu, Ceará-Mirim.

BASE XVII DO HÍFEN NA ÊNCLISE, NA TMESE E COM O VERBO HAVER

1º) Emprega-se o hífen na ênclise e na tmese: amá-lo, dá-se, deixa-o, partir-lhe; amá-lo-ei, enviar-lhe-emos.

2º) Não se emprega o hífen nas ligações da preposição de às formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haver: hei de, hás de, hão de, etc.

Obs.: 1. Embora estejam consagradas pelo uso as formas verbais quer e requer, dos verbos querer e requerer, em vez de quere e requere, estas últimas formas conservam-se, no entanto, nos casos de ênclise: quere-o(s), requere-o(s). Nestes contextos, as formas (legítimas, aliás) qué-lo e requé-lo são pouco usadas.

2. Usa-se também o hífen nas ligações de formas pronominais enclíticas ao advérbio eis (eis-me, ei-lo) e ainda nas combinações de formas pronominais do tipo no-lo, vo-las, quando em próclise (por ex.: esperamos que no-lo comprem).

Base XV, XVI e XVII retiradas do site CPLP:
[ Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa ] (assinado a 16 de Dezembro de 1990.pdf)

Moto atropela Fox

1- Da última vez que saímos, minha filha foi atropelada por uma motocicleta. O amassadinho no Fox "Sangue" não esquentou muito a cabeça da minha princesinha, não. Já a representação de Apollo que pilotava a tal moto.. Ui, ui, ui!... :)

2- Tem gente que sabe fazer um carinho gostoso, mesmo pelo virtual. Obrigada, Monteiro, seu e-mail está uma fofurinha! :)

Beijinhos carinhosos

Volto já

A minha alegria atravessou o mar e ancorou na passarela… :)

Bom Carnaval a todos.

Beijinhos carinhosos
Elida Kronig