Como acordar mal

Ir dormir depois de uma noitada de comemorações com os colegas e acordar com o caçula ouvindo isso que está aí é um castigo. Faz-me pensar coisas como: onde foi que eu errei? qual o motivo deste enorme castigo? Dá uma escutadinha nesse 'treco': http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=f7BemQyiYJ4

É ou não é pra deixar qualquer mãe em alerta?...rs

Tive que me alimentar de um pouco de Bethânia e Chico Buarque, pra poder redescobrir o prazer do som. Palhacinho é o kct!

Vamos pro churras? Sou a convidada especial então acho que posso levar quem eu quiser, né? Desde que não abuse. Comemoraremos dia das mães, meu aniversário, minhas duas últimas conquistas e acho que só. Fui!

Bjs carinhosos
Elida

Carne de cocô

Está mais do que na hora de pararmos de consumir carne.

Cientista japonês cria carne a partir de fezes humanas.

Jornal do Brasil, 17/06 às 19h16 - Atualizada em 17/06 às 23h42

O pesquisador japonês Mitsuyuki Ikeda desenvolveu um método de transformar produtos derivados de dejetos humanos em carne artificial. O alimento, que é produzido em laboratório, poderia ser menos calórico e é composto por 63% de protéina, 25% de carboidratos, 3% de lipídios e 9% de minerais.

A iniciativa surgiu depois que as autoridades de Tókio pediram que o cientista descobrisse uma forma de reutilizar a lama de esgoto da cidade. Os pesquisadores adicionaram corante vermelho e sabor artificial de soja à carne.

O cientista acredita que o seu invento pode se tornar uma alternativa comercializável para substituir a proteína animal. A invenção foi submetida a testes de degustação em que os voluntários disseram que a carne artificial tem gosto de bife.

A polêmica tem encontrado seus fãs. Segundo o site ecológico Inhabitat.com, a indústria da carne colabora com 18% das emissões de gases na atmosfera. Para eles, a alternativa artificial iria reduzir as emissões de gases, além de ser menos calórica.

Os cientistas envolvidos no projeto estimam que o preço da "carne de esgoto" seja equivalente ao preço da carne normal. Segundo Ikeda, é normal que as pessoas não se sintam tentadas a experimentar o novo alimento, mas ele espera que "as pessoas possam deixar de lado o pequeno detalhe de que a carne é feita de dejetos humanos"

Mais um desafio vencido (bem vencido!)

A prudência já ensinou-me a triplicar o controle dos meus impulsos nos momentos em que estiver sob os efeitos etílicos um tanto elevados, como agora. Hoje estou abrindo uma exceção, pois ontem à tarde soube que venci mais um desafio. A comemoração era inevitável. Mas como vida sem desafio não tem graça nenhuma, em setembro começo o próximo e, em dezembro de 2012, espero estar comemorando mais uma vitória. Ontem também consegui finalizar a coleção de Gramáticas e a coleção do Claudio Henriques. Falta pouco para que minha biblioteca atinja a escala média que planejei. Acho que esse mês bati meu record em compra de livros.

Vou tirar uma semana para descanso e comemorações e depois vou finalizar os trabalhos pendentes. Não tenho pego mais nenhum trabalho, tenho dado mais atenção aos meus projetos pessoais e profissionais. Eu me devo este presente! No final do ano terei meu tempo pra acabar de escrever meus contos e finalizar minhas ficções, que já tem espaço pra publicação lá fora. Penso em fazer uma tiragem mínima por aqui para alguns amigos mas nada é definitivo ainda.

Hoje é só um rgistro particular, nada demais...

Bjs carinhosos

A verdade sobre o Rio de Janeiro

A verdade sobre a insegurança no Rio de Janeiro

Não sou nenhuma analista do governo, nem pesquisadora acadêmica das ciências humanas nem nada parecido. Esse é o meu olhar como cidadã.

Começo por um exemplo, para ilustrar melhor a situação: No final da tarde a comlurb atravessa todas as praias recolhendo o lixo deixado pelos banhistas. Legal, a praia fica limpinha e todos acham lindo esse serviço. Porém, o ideal não seria se as pessoas não jogassem o lixo na areia? Então porque não usar a lei e passar a punir com rigor os porcalhões, como estão fazendo com os mijões?

Desse modo é tratada a segurança no Rio de Janeiro: aplicam-se medidas 'de enfeite'. Pacificam-se os morros, deixando os bandidos livres. Como resultado, vemos o aumento de assaltos a lojas comerciais, residências, furtos de carro, elevação de ocorrências em municípos e estados vizinhos, etc. Não é preciso ter nenhum curso superior nem treinamento internacional pra saber que bandido não tem local de trabalho fixo: atua em qualquer lugar e em quaisquer condições.

A educação é essencial, enquanto os imbecis governamentais não perceberem isso, não haverá esperança. A Secretária de Educação passa o dia twuitando, blogando e se autopromovendo em site pessoal (e estamos pagando por isso). Beltrame pensa que engana mas todos sabem que não passa de garoto-propaganda de Sérgio Cabral, produzido pela Globo: só aparece pra falar dos milagres do estado, que só ele e os patrões dele estão vendo. Sérgio Cabral só quer saber de viajar, viajar e gastar. Nunca está presente quando aparecem problemas. Com tantos impostos e taxas que pagamos, essa coisa tem a cara de pau de dizer que o Rio não tem dinheiro pra melhorar os salários dos funcionários que trabalham na educação, segurança, etc.

O interessante é que o governo do estado do RJ não tem dinheiro pra melhorar os salários dos funcionários estaduais
mas tem dinheiro pra pagar mais de 3 mil reais, por faxineiro, contratados de uma empresa terceirizada, conforme matéria de Berenice Seabra, publicada hoje no Extra.



Ainda tem alguma dúvida sobre a zona que anda o RJ?

Bjs carinhosos

Hoje me permito....

Gente do céu, quanto tempo!....

Hoje abri uma exceção pra me permitir sonhar, descansar, escrever. Tem tempos que não escrevo pelo simples prazer de escrever.

Fosse eu uma caneta estaria agora em andanças estapafúrdias por papéis incontáveis. Escritos, rasuras, reescritos, reconstruções, acertos gramaticais e ortográficos, talvez mais algumas rasuras e mais um novo papel passando tudo a limpo. Visto desta forma, podemos concluir que escritores não são nada ecológicos. Quantas folhas de papel Machado de Assis deve ter usado para construir Dom Casmurro? Nem precisamos ir tão longe (naquela época não havia tanto papo de ecologia e preservação do meio ambiente). Vamos tentar imaginar quantas folhas datilografadas o meu amado João Ubaldo Ribeiro utilizou em toda sua carreira de escritor/jornalista/roteirista e etc?... AFF! (está vivo, viu, galera? o verbo no passado é porque agora o meu amado usa computador). Seremos perseguidos pela Guarda Ecológica, no dia que inventarem alguma. Temos o computador, o que facilita bastante. Não é a mesma coisa que gastar folhas e mais folhas de papel mas cumpre bem o objetivo.

Falando em computadores, vou pular para telas LCD. Você tem uma dessas ou ainda está com aqueles monitores 'tubão'? Meu amigo, se seu monitor é 'tubão', não troque por um LCD nem que a porca crie asas. LCD siplesmente 'frita os olhos', como bem descreveu o Aurélio Verde (outro de meus amados fofos). Estou morrendo de saudades do meu monitor 17' tubão, que em nada se compara com um LCD 25'. A única vantagem do meu LCD é usar menos a barra de rolagem. A vantagem acaba aí. (meu filhote está me consertando, dizendo que meu monitor não é 25'; é um 23'. Que seja!).

A caneta, motivo deste post. Vamos imaginar juntos como seríamos se fôssemos simples e singelas canetas.... Uma caneta de bom-humor e boa vontade se descreveria assim, em seu uso:

Em meio a um sono estendido, de veias abertas ao vento que passa por fora de meu capuz encorpado, desperto de meus sonhos ao toque quente e úmido reconfortante de uns dedos vorazes. Como quem sabe o que faz, arranca-me o topete deixando-o à borda de meus pés.

Forçada, ao pé da folha, muito bem próxima de beijá-la mas sem que me permitam alcançá-la de fato, simplesmente aguardo. Os dedos, agora inquietos, sacodem-me de um lado a outro, provocando tonturas com as rápidas pancadas de vai-e-volta, tentando alcançar (ou quem sabe, encontrar) um algo que vaga no ar da insconciência palpável e indescritível, vindo da necessidade ardente de inventar. Aguardo assim a hora e o momento de traçar novos rumos e vidas, retratos em curvas, vírgulas e pontos, que só quem me guiará saberia dizer ao certo - ou não, exatamente o que são.

Inseguramente firme sou levada ao toque, ao beijo que principia o ato entre mim e à virgem que vejo deitada à minha frente, tão branca e pura e ao mesmo tempo maliciosa e arguta com suas linhas guiando ao caminho do clímax. Daqui ao ponto final, minha tarefa será obedecer aos desejos de quem me segura, em breve, aflita, voraz, sequiosa do último espasmo de satisfação plena.

Sigo. Plenamente desperta em meus instintos e funções, cumpro o dever de manter em ascendente a chama que me invoca o espírito. Subo e desço de colinas voluptuosas, vou e volto de picos eretos ao norte. Provoco nós, pingos e pausas; vou longe e perto da maturidade final. E engano.

Na ânsia, corrompo as linhas e sigo um tanto trôpega, além dos limites da velocidade que a sã sanidade anormal me permite. O ponto final chega com a força descomunal de mil Afrodites estarrecidas aos encantos de um monumental Apolo.

Numa pausa apenas, respiro fundo e atravesso do passado ao último futuro dessas derradeiras horas; riscando, refazendo, recompondo o acervo. Por fim, termino. Repouso agora quase esquecida. Usada, abusada, gasta e cansada, conservo comigo o prazer da coautoria invisível do mundo que criou vida. Mãos felizes voltam-me novamente o algoz capuz, descomunalmente pesado nesta hora. meu parto começa uma nova trilha levando meus traços... Sem fim.

AFF! Agora fiquei com fogo de caneta. Vou ali e já volto. :)

Bjs carinhosos

Parabéns às mamães que escrevem novas trilhas sonoras da vida. E aos homens que nos fazem tão plenamente mulheres.

Bjs carinhosos
Elida

Cadernos, canetas e livros

Alguém tem livros pra doar? De Língua Portuguesa (ensino fundamental) e de literatura (contos, poesia)?
E cadernos brochura, daqueles pequenos (A5, 15x21cm)? Preciso de 65 cadernos e 65 canetas (bic cristal azul ou similar).

São para um projeto social, no Lins.

Quem tiver, me avisa que indico o endereço para que possam enviar direto para a Instituição, ok?

Bjs carinhosos

O pequeno grande Japão

Todos devem ter ouvido sobre o terremoto e o tsunami no Japão. Não sei se repararam no posicionamento do governo japonês, frente a essas catástrofes e suas consequências; mais exatamente, no risco do acidente nuclear.

Naoto Kan, primeiro-ministro japonês não tem escondido nada, revelando a situação tal e qual ela se encontra. Acabei de ler uma notícia no Yahoo, onde ele diz que a situação está crítica, que tem risco disso e daquilo. Um espanto para nós, brasileiros, habituados a ouvir os famosos "a situação está sob controle" (mesmo quando estamos vendo que a realidade é o oposto disso), "já estamos tomando as providências" (quando agem, coisa rara) ou a mais usual de todas, as tais reuniões "para avaliar a situação e ver o que pode ser feito". Mais um ponto a favor do Japão: eles não falam que vão fazer isso ou aquilo - eles agem!

Quem dera o nosso Brasil pudesse aprender um pouco sobre governança, no quesito governo-povo...

Bjs orientais.

Orgulho de pertencer à minoria

Dados estatísticos retirados do site do Minstério da Cultura:

Apenas 13% dos brasileiros frequentam cinema alguma vez por ano - estou entre elas: Cinema e tevê, normalmente me dão sono. Gosto de curtas, acho que serve, não é?.

92% dos brasileiros nunca freqüentaram museus - adoro museus, estou na minoria dos 8%.

93,4% dos brasileiros jamais frequentaram alguma exposição de arte - Centro Cultural Banco do Brasil, o dos Correios, o da Justiça Federal... São lindíssimos, sempre com exposições belíssimas. Estou na minoria dos 6,6%, orgulhosíssima.

78% dos brasileiros nunca assistiram a espetáculo de dança, embora 28,8% saiam para dançar - não assistiram nem o Maracatu, grátis, na Lapa? Sou da minoria dos 22% que já assistiram.

Mais de 90% dos municípios não possuem salas de cinema, teatro, museus e espaços culturais multiuso - minha cidade tem mas isso é mais uma questão de política das prefeituras do que desinterese da população.

O brasileiro lê em média 1,8 livros per capita/ano (contra 2,4 na Colômbia e 7 na França, por exemplo) - estou na minoria, acima da média francesa.

73% dos livros estão concentrados nas mãos de apenas 16% da população - adoro ganhar, comprar, cheirar, manusear livros. Concordo.. sou um tantão egoísta com meus livros: não empresto. Peça-me dinheiro mas não me peça meus livros...

82% dos brasileiros não possuem computador em casa, destes, e 70% não tem qualquer acesso a internet (nem no trabalho, nem na escola) - esse dado é até difícil acreditar

56,7 % da população ocupada na área de cultura não têm carteira assinada ou trabalha por conta própria - trabalho por conta própria; sou minha chefa e não abro mão disso. Também não tenho do que reclamar...rs

Adoro ser uma pessoa rara! E você? :)

Bom Carnaval pra todos. Separei um monte de livros e vou tirar esses dias pra ler. Estarei totalmente off-tudo.

Bjs carinhosos

Coisa chata essa discussão sobre Presidente ou Presidenta

É claro que os mais tradicionais sempre vão preferir 'a presidente'. Quando o contexto pede, apresento-me como 'a presidente', mais por costume mesmo, advinda da educação tradicionalista que recebi.

Os linguistas modernos chegaram à conclusão de que:

Quem faz a língua é o povo.

Portanto, sendo Dilma a representante máxima do povo e chefa geral da nação brasileira, utilizar a forma 'a presidenta' passou a ser parte do nosso vocabulário. Você acha feio? Pode até ser mas talvez esse 'feio' seja apenas por falta de costume nosso em ouvir presidenta, chefa (essa já estou careca de ouvir). Vai ficar mais bacana ainda se as alunas decidirem reivindicar 'a estudanta'...rs

Bjs carinhosos
Elida

Luto

No semestre passado, Papai do Céu, levou-me vários familiares e amigos próximos.
Quando penso ter superado uma dor, chega outra.
Será que atingi a idade que só vê o povo cair, até que chegue o fim da minha estrada?
Cadê os nascimentos, pra festejarmos e gastarmos todo dinheiro com bobagens fofinhas e coloridas?

Em silêncio. Mais um luto...

Bjs
Elida

Princesinhaaaaaaaaaaaa...

Eterno bebê de mamãe, Ingrid/BarbieAFC: um dia (e noite) super-hiper-advanced-plus pra você, pelo seu aniversário e por ter, finalmente, liberado o peso na minha barriga. :)

Manda bala, minha filha! No bom sentido e de acordo com a educação que você recebeu, viu?

Beijos amorosos.
Mammy

Analfabetismo funcional

Oi, amigos.
Já ouviram falar de Analfabetismo Funcional? Também chamado de Analfabetismo Intelectual e Analfabetismo Crônico, entre outros...

Não? Explico: é só uma forma educadamente gentil de chamar os outros de 'burros', quando o são realmente, mil vezes pior que o termo.

Expliquem-me: alguém envia um e-mail, mais ou menos asim: 'quero isso-isso-isso, pra isso pago tantos reais." Tudo explicadinho, bonitinho e relacionado. Chega um gaiato (neste caso, uma empresa) e diz que faz isso-isso-isso e que cobra tantos reais mais isso e aquilo e uma lista de etc.

Não sei, devo estar perdendo a paciência. De repente, perdi minha cota de tolerância que também nem sei se chegou a ser muito elástica; acredito que sim.

Menopausa, idade ou experiência demais? Será este o meu problema? Não sei, mas sei que esse 'analfabetismo' está me matando. Na verdade, nunca tive muita paciência pra isso - poderia citar uma lista infindável de nomes que se encaixariam perfeitamente na descrição, mas... Pode ser que o problema seja meu. Talvez eu que tenha que ser mais específica, pra alcançar as camadas mais populares da intelectualidade. O grande 'X' é: adiantaria eu ser mais específica e objetiva do que já sou? Creio que não.

A humanidade tem solução? Confesso que começo a ter minhas dúvidas...

Bjs carinhosos
Eu

E essa do Banco Itaú, hein?

Acreditam que o Banco Itaú, sumiu com a conta corrente da OSCIP que represento? Soube no início de janeiro, quando fui tirar o extrato da conta. A gerente procurou pelo CNPJ, pelo nome da pessoa jurídica, pelo meu cpf e pelo meu nome e os resultados foram em número de zero. Finalmente, depois de quase um mês, descobriram o que aconteceu com a conta: foi encerrada. Não foi encerrada por nenhum membro do corpo diretor. Itaú resolveu que tinha que encerrar e pronto. O dinheiro que estava na conta corrente? Sumiu.

E Regina, que resolveu que não entregar os documentos da oscip que estão com ela e diz que perdeu tudo? Se o Itaú some com uma conta e o dinheiro que havia nela, a desorganizadíssima Rê também pode 'perder tudo', né? Nesse 'tudo' incluem-se os extratos da conta, que vão pra casa dela por ser a sede da oscip.

Daí pra cá, dá pra ter uma ideia da maratona que tenho passado. De um lado, o Itaú, uma pessoa jurídica, que achou por bem tomar pra si os bens da oscip, sem nenhum aviso ou contato, passando por cima do Corpo Diretor, dos códigos de ética e de seu próprio contrato. Do outro, a Regina Sant'Anna, pessoa física, que diz que perdeu mas não confirma o que perdeu da oscip. Entre as perdas, incluem-se atas e estatutos (tiramos certidões de cópia no rcpj-rj); certificados e diplomas que comprovam as atividades da organização (a secretaria está trabalhando nisso, entrando em contato com os responsáveis, tentando pegar uma segunda via); fotos e objetos, como: carimbos, fogão, banners de lona, duas barracas de artesanato, muitos livros que recebemos como doação pra sortear nos eventos, entre outros.

Entende-se que uma pessoa desorganizada possa perder uma pasta de arquivos importantes, a pasta vai pra lá, vai pra cá e de repente ninguém sabe onde está. É uma irresponsabilidade tamanha com a coisa pública mas não é, infelizmente, raro de acontecer. O grave é ter sumido absolutamente 'tudo' da oscip, de tamanhos variados e formas diversificadas de guarda e armazenamento. Por exemplo, não se guarda uma panela de 10 litros no mesmo local que se guarda um carimbo de três centímetros. Por este e alguns outros detalhes, os comentários estão correndo e com teor e tom nada simpáticos com a origem do problema. A consequência é que a dita cuja sofreu punição por falta grave à instituição. Está em inelegebilidade e findo um prazo de trinta dias, se não houver uma justificativa nem o aparecimento do acervo, será excluída definitivamente dos quadros de associados e membros. A exclusão já não é pra punir a associada; é pra resguardar a oscip, frente à 'falta de solicitude' da moça. 'Falta de solicitude' fica ótimo, né? Bem mais delicado que os termos reais, que cabiam como uma luva na situação.

Bom, amigos! Quando a situação se acalmar e tiver resolvido mais da metade desses abacaxis, retornarei com mais calma.

Bjs carinhosos.

A glória dos jornalistas é a morte

Já viram profissão mais fúnebre e baixo astral do que a de jornalista?

Vivem correndo atrás de mortes, número de mortos e desgraças. São totalmente desrespeitosos com a dor alheia. Mal educados, grosseiros, arrogantes, abusados, sem nenhum conceito de ética ou solidariedade. Como ratos no esgoto, levam a vida no podre.

Hoje tive que responder a uma mini-entrevista e uma das perguntas era "qual a profissão que você nunca exerceria?" Respondi na bucha: jornalista. Perguntaram-me: "advogado e polícia, tá tudo bem?". Eu: "O primeiro já nasceu disfarçando/fingindo que é gente do bem, o segundo ainda não decidiu de que lado está. Jornalista tem pretensões de ir o mais baixo possível: é que nem bandido; a ele só interessa a morte e o ganho."

Será que exagerei? Espero que sim mas em vista do que tenho presenciado fui até boazinha demais com os jornalistas.

Esse mundo tem jeito?

Bjs carinhosos
Elida

Abaixo-assinados que TODOS deveriam assinar

O websítio Petição Pública Brasil está repleto de ações e reações da sociedade. Selecionei algumas petções que são de interesse de todos os brasileiros. Algumas não darão em nada - como a primeira da lista -, mas, justamente pela existência dela, podemos requerer os mesmos direitos, como estão fazendo o Senador Cristóvão Buarque e Pedro Simon, em relação aos professores da rede pública - segunda petição da lista.

  1. Contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010
  2. Professores das redes públicas mesmo índice de reajuste dos senadores.
  3. Reajuste de 61,78% para o piso salarial dos professores de educação básica.
  4. Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
  5. Pelo fim imediato da aposentadoria vitalícia de ex-governadores.

Algumas são bem curiosas, como:



Só pra não dizer que sumi. :)

Bjs
Elida

Humor negro, muito negro, negríssimo...

Parece que hoje acordei com as macacas. Normalmente tenho uma reação de piedade e solidariedade com as tragédias e catástrofes que acontecem por aí. Nessas ocasiões, o primeiro pensamento que me vêm à cabeça são em relação a meus filhos. "e se meus filhos estivessem no meio dessa lista de mortos, desalojados ou desabrigados?". Logo depois, minha cabeça faz uma viagem, tentando me imaginar no meio desses acontecimentos. Devo estar vendo tragédias e catástrofes demais, porque tudo está me parecendo tão normal. Furacão aqui, tsunami ali, terremoto acolá, quedas de barreiras e enchentes por todo canto. A impressão que tenho é de que todos os dias tem um treco nos noticiários. Tenho que parar, pensar e colocar o equilíbrio em ordem, pois essas coisas, apesar de rotineiras, não são normais.

Da mesma forma que não é normal tirar uma vida, roubar, espancar torcedores dos times adversários, meter a porrada em alguém por causa da opção sexual, queimar índio pataxó, atirar crianças pela janela ou arrastá-las por vias públicas, Cláudia Lessin , Daniela Perez, Elizas, Mércias, Bouchabkis, Gabrielas, e outros tantas. E ainda somos obrigados a aturar Sarney, Lulinha, José Dirceu, Olavo Calheiros, Renan Calheiros, Paulo Maluf, Escândalos dos Bingos, das Ambulâncias, dos Correios, dos Anões, do Mensalão...

Abro o e-mail, pensando que vou esfriar a cabeça um pouquinho e deparo-me com mensagens com "como está a enshurrada aí no Rio?, outro dizendo que "estou com saldades dos seus e-mails". tem gente querendo saber "onde foram parar as peçoas onestas" , ou procurando apoio com um "poço contar comvocê"? (o comvocê chegou assim; ao menos o remetente lembrou do acento circunflexo). Esses são os usuários da maltratada Língua Portuguesa. Não é "de partir o corassão?"

Retorno às notícias e fico me perguntando onde foram parar os mendigos da região serrana? Ninguém "não tinha nada"; todos "perderam tudo". O prefeito de uma delas diz que será necessário pelo menos 510 milhões pra reconstruir a cidade. Caraca! reconstruir num local que já mostrou que não é seguro? Vão fazer o quê? Colocar algemas nas serras? Brasil é tão grande, tem tanto espaço bacana que receberia muito bem uma cidade simpática. Deve ser alguma síndrome de castelos de areia, aqueles que construímos na beira do mar sabendo que não estarão lá nos próximos minutos.

Resta-me a conclusão de que vivemos num mundo de castelos de areias..

Bjs carinhosos
Elida

Feliz 2011!

Dia 28/12, vem ele: - A gente podia reunir um grupinho pra virar o ano, né? Fazer um churrasquinho, que tal?
- Ai, amor.. Não tô a fim de trabalho.
- Você não vai ter trabalho. Mulher tem mania de complicar tudo. EU faço tudo sozinho, você não vai precisar fazer nada.
-Tem certeza?
- Claro que tenho!
- Combinado, então. Mas não quero fazer nada. Você vai cuidar de tudo: compras, vai ligar pro povo, vai arrumar a área e limpar tudo depois.
- Ih! Moleza!

Dia 29. Ele de novo..
- Mô, vamos no mercado comigo, não sei ver carne direito. Tem que ver quantidade também, não sei quanto comprar de cada. E que carne serve pra churrasco?
- Homem do céu! Eu falei que não ia me intrometer nisso, que você ia fazer tudo sozinho.
- E vou, só estou perguntando sobre a carne. Quanto eu compro?
- Calcula umas 300 gramas por cabeça. Se o povo ficar aqui pra dormir, calcula um pouco mais que é pro almoço de sábado.
- E cerveja? Cerveja sempre vai mais...
- Sei lá. Põe entre 10 a 15 latinhas pra cada um.
Silêncio. Vem ele de novo:
- Tem certeza que você não quer ir? Podia aproveitar a ida ao mercado e pegar logo o que está faltando pra casa.
- Não está faltando nada, adiantei as compras das próximas semanas pra não pegar tumulto no mercado.
- Tem certeza? Leite, queijo até o final da outra semana? Não gosto de ficar sem queijo..
- Menino, eu já comprei tudo. Não precisamos de nada.
- Você não quer ir escolher uma barra de chocolate pra você? Ou uns negocinhos diferentes pra você ficar beliscando?
No mercado. O homem ficou com o carrinho num canto enquanto eu fui pra fila da carne. Voltamos.
- Pronto! Já fui no mercado com você, enfrentei as filas, agora você se vira pra guardar as coisas.
- Você não vai nem me dar uma mãozinha?
- Não. Você disse que ia fazer tudo.
- Minha perna tá doendo, ainda não me recuperei desse joelho...

Dia 30. Ele.
- Amor, não estou querendo atrapalhar seu descanso mas como vamos gelar as cervejas? Que acha de comprarmos gelo, é uma boa ideia?
- É claro! Foi assim que fizemos no churrasco do seu aniversário, lembra? Compramos gelo e colocamos as latinhas no isopor.
- E os refrigerantes das crianças, onde ponho? Não tem mais lugar na geladeira nem no freezer e também não vai caber no isopor.
- Você quer que eu me mexa de novo pra esse churrasco, né? O combinado foi que eu não ia fazer nada...
- Não precisa se incomodar, é só me dizer o que eu faço com os refrigerantes.
- Não sei, você se vira. É moleza, lembra?

Dia 31, de manhã.
- Amor, você vai fazer o arroz, a farofa e o molho a campanha? Maionese eu não estou a fim de fazer não... Estraga logo, tem que ficar toda hora abrindo e fechando geladeira...
- Não vou fazer mais nada. Você vai cuidar de tudo.
- Mas como é que eu vou saber quanto de arroz e quanto de farofa ponho no fogo? E o molho a campanha, leva o quê mesmo, hein?

Dia 31, princípio de noite: Eu estava na cozinha fazendo arroz, farofa e o molho a campanha. Ele estava "arrumando" a área pra acomodar o pessoal. Acabei de fazer as comidas e fui colocar as cadeiras direito porque ele colocou muito perto da churrasqueira, assim como o isopor e a mesa que ia ficar as comidas pro povo se servir.

No dia primeiro, assim que o povo saiu, ele estava feliz com o churrasco que "ele" tinha preparado e disse que ia tomar um banho e descansar. Foi a hora da minha vingança:
- Descansar? Você vai arrumar a área, lavar e guardar a louça, colocar os panos de prato e a toalha na corda. Quando acabar, vai preparar um lanchinho pra gente porque dessa vez eu não vou fazer nada. Eu vou tomar o meu banho e vou dormir....

Isso é porque o churrasco é "moleza"..rs
Ele arrumou tudinho e preparou mesmo o lanche.

Feliz 2011! :)

Bjs
Elida

Finalmente 2010 está acabando! :)

Tivesse eu que escolher uma palavrinha para 2010, escolheria "cansativo". Caramba, esse ano foi além da minha conta. Alguns contratempos colaboraram muito para que 2010 fosse cansativo. Algumas perdas entre junho e setembro foram um baque, aumentando muitíssimo o peso. Papai do Céu resolveu passar a foice no meu jardim e levou desta terra várias pessoas próximas e queridas.

Família é um treco engraçado, ainda mais quando é enorme. Ou encontram-se todos numa festança de casamento ou num enterro. É estranho conciliar a dor da perda com a alegria de rever parentes queridos e saudosos. Chora um pouquinho, ri um pouquinho, vem o momento do silêncio e das lágrimas pesadas. Vem as conversas, trocas de telefones e promessas de que vamos aumentar o contato. Segue a distância até que nos encontramos novamente no próximo enlace ou entre sussurros em volta de um caixão. Lágrimas e risos, assim é uma família.

Depois de sair de 2009 pra 2010 no lucro, no decorrer deste ano não fiz muita coisa profissionalmente. Escrevi pouquíssimo mas li muito. Li porque resolvi aproveitar esse ano pra estudar. Aprofundei-me num monte de temas necessários. Fiz cursos de eventos, gestão disso e daquilo, assisti palestras e seminários, participei de conferências, tomei um banho de cultura. Conheci pessoas super interessantes e no meio disso tudo, minha cabeça mudou. Pra melhor, espero. :)

Entrei em 2010 sem projetos e planejamentos. Estou fazendo o mesmo com 2011: sem lenço, sem documento. Deixando que a vida me leve e me aponte o caminho. Tem uma coisinha ou outra que pretendo fazer mas nada muito radical ou que necessite grande dispêndio de tempo. Pra 2012 meus projetos são muitos, melhor deixar que 2011 amadureça as ideias para que eu possa qualificar-me e pô-las em prática. É, vou estudar mais um pouquinho.

Quero desejar a todos um Natal com muita harmonia, alegrias e paz. E que 2011 traga-nos muita força, energia positiva, saúde e realizações.

Grande beijo a todos e um demorado e gostoso abraço.

Elida Kronig

Na mesa de um bar

Domingo desses, antes de começar o tratamento pra inflamação do ouvido, estava à toa na vida e como meu amor não me chamou resolvi sair pra tomar uma cervejinha e ver o povo passar. Banho tomado, roupa vestida, Vencecavalo e o outro povo na bolsa e muita disposição pra curtir minha tarde.

Fui pro Baixo Méier e dei-me por satisfeita quando vi que o lugar estava mesmo mais ou menos o que eu tinha imaginado: uma mesa ou outra ocupada, algumas famílias alguns grupos pequenos de amigos. Sentei, pedi minha cervejinha, observei um pouco os arredores e parabenizei a mim mesma pela escolha, com certeza eu teria uma tarde bem tranquila.

No início estava tudo bem. Comecei a ler meu livro e ria de vez em quando com a criatividade e a ironia de João Ubaldo Ribeiro. Lá pelas tantas páginas viradas, no meio da segunda cerveja, senta um moço na minha mesa. Moreno. Cheirosíssimo. Levantei os olhos do livro pra minha 'visita' e fiz a pergunta com um leve movimento de sobrancelha. Ele estava sorrindo, tinha apoiado um dos cotovelos na mesa e segurava o queixo com a mão. O outro braço ele havia apoiado em paralelo com a aresta da mesa. Ele entendeu a pergunta sem eu precisar abrir a boca.

"Oi, tudo bem?" foi o que ele me respondeu.

Por algumas frações de segundo fiquei a listar e avaliar as respostas gentis e certeiras que poderia dar a esse simples cumprimento, que tantas perguntas e convites trazia no
olhar. Não consegui pensar em nada 'certeiro', o Ubaldo já tinha feito inúmeras massagens no meu bom-humor.

"Tudo bem se você quiser apenas conversar, sem cantadas ou qualquer coisa do tipo" foi o que consegui responder.

Ele se levantou, pediu uma cerveja ao garçon, juntou outra mesa ao lado da minha e sentou ao meu lado. "Tá bom, dona Desconhecida. Eu topo sua condição. Vamos apenas conversar".

Entre arrependida e irritada, com um tantinho de sentimento de culpa sem motivo, fechei o baiano e o apoei com carinho nas minhas pernas, já morrendo de saudades da cidade entre as páginas. O moço ficou olhando o livro, ao mesmo tempo distante e intensamente presente. Poderia traduzir os pensamentos dele, com uma margem de erro em menos de 1%. O garçon chegou com a cerveja dele e aproveitei a ocasião para pedir que mantivesse as contas separadas. Pedi uma água mineral também, achei mais conviniente para manter-me desperta.

O moço disse que sabia que eu ia querer contas separada e que tinha sido por isso que havia colocado a outra mesa, facilitaria à casa registrar o consumo de cada um. Duvidei um pouco dessa intencionalidade dele mas não havia como negar a lógica do raciocínio.

"Você tem nome, dona Desconhecida? O meu é Wagner."

Falei meu nome.

"Que coincidência. Essa semana estava ajudando meu filho com os exercícios de português e o texto que a professora dele passou era de uma escritora com o nome igual ao seu. Comentei com ele que o nome era raro, eu ainda não tinha conhecido ninguém com esse nome, só aquela atriz..."

"Lembra como era o texto?"

"Lembro, era..."

Wagner começou a contar algumas partes do texto e fui tomada pela boa surpresa. Perguntei se o filho dele tinha gostado do texto e ele respondeu que sim.

"E você, o que achou?"

Fiquei ouvindo a opinião dele e a cada palavra meu orgulho aumentava. Resisti à tentação de contar que eu era a autora. Ele perguntou se eu tinha e-mail e se ofereceu pra me enviar o texto. Balancei. Caso desse meu e-mail, ele veria o sobrenome e ligaria o texto à minha pessoa. Sem saber o que fazer, eu disse que fazia Letras e que tínhamos analisado o texto na sala de aula.

"Você também conhece? É bom, né? Aquela mulher deve ser espirituosa e um bocado inteligente".

"Eu não acho, eu tenho certeza". - comentei rindo. Perguntei se ele tinha pesquisado a escritora no Google, já que tinha gostado tanto do texto.

"Pesquisei. Apareceu uma coisa ou outra mas não encontrei muita coisa dela. Fui nos blogues e lá também não tem trabalho dela. Ela trabalha com cultura, pelo que vi. Tinha o e-mail dela lá, ia mandar alguma coisa... um elogio pelo trabalho mas deixei pra lá. Essa gente vive em outro mundo, gosto mais de gente assim como você."

"Assim como eu, como?"

"Assim como eu e você, que a gente pode encontrar a qualquer hora e trocar umas ideias. E aí, me fala de você."

Dei uma respirada, tentando calar a gargalhada na minha cabeça. Ingeria aquela situação como quem se esbalda numa piscina de bolhas. Ficava imaginando as diferentes expressões dele se eu revelasse que 'ela' era eu, 'como eu e você'. Estranhando meu silêncio prolongado ele continou...

"Não quer falar de você? Tudo bem, eu que fui o atrevido então vou falar um pouco de mim pra você poder relaxar, me conhecer e saber que está em boa companhia."

Falou sobre a separação, sobre os filhos, sobre o trabalho, sobre os amigos. Com a semelhança do nome e a igualdade de profissão, tive que perguntar: "Você é taurino?"

"Taurino? Tenho jeito de taurino? Sou de 25 de julho, leonino. E você?"

"Impulsivos, apaixonados, festeiros." - pensei -, "Geminiana", respondi.

"Geminiana? Geminianas são 'safo'. Inteligentes, comunicativas, espertas, independentes e versáteis. Estou certo?"

"Inteligente, creio que sim; comunicativa, com certeza; esperta, nem sempre; nem tão independente quanto quero e, sim, bastante versátil."

O atrevido acabou se revelando uma ótima companhia. Aprofundado em diversos assuntos - vantagem incomparável de homens maduros -, a conversa fluiu fácil e descontraída. Em meia hora parecíamos velhos conhecidos.

A água mineral a muito tinha acabado. Na terceira latinha de Nestea e com a noite iniciando seu turno achei que era hora de dar meu passeio por encerrado. Ele mostrou um expressão de decepção. Pediu meu e-mail e me ofereceu seu cartão. Não dei o e-mail, ele veria o sobrenome. Um tanto insegura, dei o número do meu celular. Não deixou que eu pagasse minha conta.

Tomei o caminho de volta pra casa com um pouco de pressa. A poucos minutos o cel toca, anunciando a chegada de um torpedo.

"Foi um prazer te conhecer."

"Igualmente" - pensei comigo e desliguei o aparelhinho.

No dia seguinte respondi: "Grata pela boa noite de sono, me diverti bastante em sua companhia."

Bjs carinhosos

Projetos Culturais

Quarta-feira agora (13/10) é o último dia para inscrição no curso pra aprender a elaborar projeto cultural da Liter & Art. Com os conhecimentos adquiridos num curso desse dá pra fazer misérias e ganhar um bom dindin sem precisar sair muito de casa. As possibilidades e os ganhos são ilimitados.

O diferencial é que será ministrado o hiper-super-gracinha e conhecido por ser revelador dos segredos que ninguém conta, o Alê Barreto. Não vi ainda nenhum curso na área que fosse tão enriquecedor quanto os do Alê.

Escritores, músicos, instrumentistas, atores, esportistas, dançarinos, professores, profissionais da área de informática, do cinema, etc... Todos podem se beneficiar do curso e aproveitar os conhecimentos adquiridos para elaborar um bom projeto cultural. Cultura envolve: artes, esportes, educação, inclusão digital, artesanato, folclore, etc.

Que tal? :)

Bjs